Arquivos do Mês: agosto 2014

Tipos de luminária

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São vários os fatores que contribuem para um projeto de iluminação eficaz, funcional e bonito. De forma geral, todas as peças usadas para iluminar, mas você sabe a diferença entre elas?

Lustre:
É considerado um tipo de luminária composto por vários braços que se unem em uma estrutura central, formando um candelabro. É uma peça decorativa, por conta disso, sua iluminação não é muito funcional.

Pendente:
Diferente do lustre, é uma peça sem braços e que pode receber lâmpadas para tornar a iluminação mais funcional. Disponível em vários tamanhos e modelos, os pendentes podem ser usados em vários ambientes e há versões desde os mais simples até os mais requintados. Tanto no pendente quanto no lustre o soquete que recebe a lâmpada fica bem abaixo do teto, para criar o efeito diferenciado.

Abajur:
A palavra é de origem francesa “abat-jour”. O objetivo dessa peça é tornar a luz mais suave e difusa para um ambiente com clima mais intimista e aconchegante. Normalmente, tem cúpulas em tecido, papel ou pergaminho que cumprem a função de “filtrar” a luz, funcionando como um difusor. É usada sobre mesas de cabeceiras, mesas laterais e aparadores.

Luminária articulada (mesa ou chão):
Uma peça bacana para quem gosta de ler na cama ou para auxiliar no uso do computador, sobre a bancada de trabalho, a luminária articulada tem a função de criar um facho de luz que pode ser direcionado conforme a necessidade de usuário.

Arandela:
É a luminária instalada na parede, em geral, na parte superior. As luminárias instaladas nas partes inferiores de paredes são chamadas de

Plafon:
É um tipo de luminária de sobrepor muito usado para a iluminação geral, já que o soquete/lâmpada fica alto (junto ao teto) e dissipa a luminosidade por todo o ambiente. Desde peças mais básicas até às mais decorativas, o plafon geralmente é usado em conjunto com lustres, embutidos e pendentes para um resultado mais bonito.

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Espumante x Champagne x Prosecco

Muito se fala em Espumante, Champagne e Prosecco, você sabe qual é a diferença entre essas bebidas?

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Espumante
É um tipo de vinho, que passa por uma segunda fermentação, e que faz ter as “bolhinhas” e espumas, daí o nome espumante. Pode ser feito através do método Chamat ou Champenoise. Chamat, é quando a segunda fermentação ocorre em tanques de aço e o champenoise é quando essa fermentação é feita na própria garrafa.

Champagne
O Champanhe é um “espumante” que é produzido obrigatoriamente em uma região específica (Champagne, França). Tem um rígido controle de qualidade e de regulação. Só pode ser feito com as uvas Pinot Noier, Chardonnay e Pinot Meunier. A fermentação é feita dentro da própria garrafa, isso é um dos motivos também de ser mais caro.

Prosecco
Prosecco, assim como o Champanhe, é um espumante especifico da região de Veneto, Itália. Tem esse nome pela uva que é usada em sua elaboração. Diferentemente dos champagnes, os proseccos são elaborados pelo método Charmat, onde a segunda fermentação ocorre em grandes tanques de aço inox e não na própria garrafa.

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Tipos de vinho

A fermentação alcoólica do suco extraído de uvas amassadas dá origem a vinhos para todos os gostos e bolsos.

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Tinto
É o vinho mais produzido no mundo. Sua cor vem dos pigmentos encontrados na casca das uvas escuras ou “pretas”. É o tipo de vinho mais popular no Brasil.

Branco
O vinho branco é preparado geralmente a partir de uvas brancas, mas também pode ser feito com a polpa das uvas pretas. A casca da fruta é desprezada durante o processo de fabricação. Este é o segundo tipo mais popular no Brasil.

Rosé
Nem escuro nem claro, o vinho rosé e obtido com uvas pretas cujas cascas liberam pouca tinta.

Espumante
É um vinho que tem nível significativo de dióxido de carbono, fazendo-o borbulhar quando servido. O dióxido de carbono resulta de fermentação natural, seja ela feita dentro da garrafa (método champenoise) ou fora dela (método charmat).

Vinho Fortificado
É o vinho que recebe aguardente vínica, tornando-se mais alcoólico, portanto mais “forte” ou fortificado. Também é conhecido como vinho do Porto Fortificado.

Características

Nível de Açúcar

A fermentação transforma o açúcar (até 200 gramas por litro de suco) em álcool. Dependendo da quantidade que sobra, os vinhos são classificados em doces ou suaves (mais de 50 gramas por litro), meio-doces ou meio-secos (até 50 g/l) e secos (menos de 5 g/l)

Teor Alcóolico

A maioria dos vinhos tem entre 8,5 graus e 14 graus de álcool, o que equivale a 8,5% a 14% da substância. Esses são os vinhos de mesa. Já os vinhos de sobremesa ou licorosos, como o vinho do Porto, têm mais de 14 graus de álcool, geralmente adicionado depois da fermentação.

Principais tipos de uva

Cabernet Sauvignon – originária da região de Bordeaux, França, hoje é plantada em muitos países com sucesso. Em bons vinhedos obtêm-se vinhos típicos que evoluem em sua qualidade com alguns anos de envelhecimento.

Merlot – também da região de Bordeaux e, quando elaborado com uva madura, consegue-se um vinho redondo, aveludado, de coloração intensa. Pode ser consumido puro ou cortado com outros varietais especialmente o Cabernet Sauvignon.

Carménère – uva originária da França, as videiras desta variedade na Europa foram dizimadas por uma praga e substituídas por outras castas mais resistentes, portanto atualmente é uma uva exclusiva do Chile. Os vinhos produzidos a partir dela são de cor vermelha lilás, aroma de frutas vermelhas e deve ser consumido jovem.

Pinot Noir – é a grande uva da região de Borgonha e alguns vinhos bem sucedidos são feitos a partir desta como, por exemplo, Romaneé-Conti. São em geral vinhos bastante complexos com aromas intensos.

Malbec – uva francesa que encontrou em território argentino condições excelentes de cultivo produz vinhos frutados, de cor escura, tânicos e muito macios, ideal para ser consumido ainda jovem.

Syrah – também conhecida como Shiraz, possui cor intensa, é aromático, fino e muito complexo. É tânico com acidez adequada.

Chardonnay – originária da Borgonha, França, é potente e apresenta grande complexidade aromática. Destina-se também à elaboração de champagne, espumante e vinhos licorosos que pode ser considerado um dos vinhos de maior aceitação no mercado.

 

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