Arquivos do Mês: abril 2015

Os trâmites do matrimônio

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A base de um casamento é o amor em seu estado mais sólido possível, mas engana-se que só isso basta para que a sociedade aprove – e comprove – a aliança entre dois corações apaixonados.

Um tanto de burocracia envolve a cerimônia civil matrimonial e, por isso, muitas pessoas são pegas de surpresa com a questão e acabam deixando até as últimas badaladas do sino para correr com os trâmites legais e rumar para a nova etapa da vida.

Abaixo, podemos conferir um passo a passo para quem está à procura de uma união estável reconhecida pelo cartório. Confira!

Procure por um Cartório de Registro Civil para fazer, ao oficial, o requerimento sobre a intenção de se casar. Na visita, os noivos devem levar as certidões de nascimento ou – caso já tenham sido casados, alguma vez, a certidão do casamento juntamente da adição do divórcio ou óbito original do cônjuge.

Outros documentos de identificação devem ser levados, como o RG, CPF, carteira de trabalho e carteira de habilitação – caso os tenha.

Vale lembrar que os noivos só podem se casar no município onde são residentes, por isso, um comprovante de residência deve ser levado também.

Com a documentação legal e entregue, o casal deverá escolher o regime de bens adotado para o casamento. Atualmente, existem três tipos:

Comunhão Parcial de Bens: neste tipo, a partilha de bens se dá a partir do momento em que o casamento é consumado, em caso de separação.

Comunhão Universal de Bens: aqui, todos os bens, adquiridos antes e durante o casamento, são partilhados igualmente, inclusive em casos de doação ou herança.

Separação de Bens: por fim, este tipo de regime deixa acordado que os bens não serão divididos igualmente entre o casal. Aí, deve ser acordado entre ambos a divisão, em caso de separação do casal. Mas, por lei, este regime é obrigatório tanto quando a noiva ou o noivo já possuem mais de 70 anos de idade.

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Banda x DJ

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Dar sonoridade ao casamento é uma etapa difícil e meticulosa, que requer planejamento e muita parcimônia dos noivos – já que o gosto deles deve ser respeitado, mas o dos convidados também. Por isso, uma lista de músicas eclética é fundamental para garantir que todos aproveitem ao máximo a festa de casamento.

A escolha de músicas deve ser pensada carinhosamente, misturando um pouco de tudo, para que ninguém saia da pista de dança. Mas, para prover esse ecletismo equilibrado e divertido, noivos e noivas de todo o Brasil enfrentam uma dúvida cruel para dar fim à questão: contratar uma banda ou DJ para tocar no casamento?

O ponto é que não há desvantagens em contratar um ou outro, já que ambos têm características distintas e adaptáveis a qualquer casamento. Mas, por outro lado, alguns pontos devem ser levados em consideração:

O DJ tende a ser mais econômico de investir do que em uma banda, pois se trata de uma pessoa, apenas, mais o seu equipamento, mais prático de carregar do que todo o equipamento de uma banda, por exemplo. Locais pequenos, também, abrigam melhor o DJ do que a banda. Além disso, o DJ ainda consegue fazer um repertório inusitado e atender a pedidos dos convidados – desde que possua a música, claro.

Já a banda possui todo o elemento artístico de performance ao vivo. Dependendo da preferência dos noivos, a banda pode ser um complemento à decoração, e vice-versa, fazendo de forma mais intimista ou exuberante.

Bandas de casamento são especialistas, também, em diferentes estilos musicais. Por isso, fica fácil compor um set list diferente e diferenciado, com marchinhas de carnaval e hits populares da MPB, além de clássicos internacionais, uma na sequência da outra.

Por isso, avalie as questões de espaço, orçamento e estilos musicais antes de contratar um DJ ou uma banda para o seu casamento.

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