Tipos de vinho

A fermentação alcoólica do suco extraído de uvas amassadas dá origem a vinhos para todos os gostos e bolsos.

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Tinto
É o vinho mais produzido no mundo. Sua cor vem dos pigmentos encontrados na casca das uvas escuras ou “pretas”. É o tipo de vinho mais popular no Brasil.

Branco
O vinho branco é preparado geralmente a partir de uvas brancas, mas também pode ser feito com a polpa das uvas pretas. A casca da fruta é desprezada durante o processo de fabricação. Este é o segundo tipo mais popular no Brasil.

Rosé
Nem escuro nem claro, o vinho rosé e obtido com uvas pretas cujas cascas liberam pouca tinta.

Espumante
É um vinho que tem nível significativo de dióxido de carbono, fazendo-o borbulhar quando servido. O dióxido de carbono resulta de fermentação natural, seja ela feita dentro da garrafa (método champenoise) ou fora dela (método charmat).

Vinho Fortificado
É o vinho que recebe aguardente vínica, tornando-se mais alcoólico, portanto mais “forte” ou fortificado. Também é conhecido como vinho do Porto Fortificado.

Características

Nível de Açúcar

A fermentação transforma o açúcar (até 200 gramas por litro de suco) em álcool. Dependendo da quantidade que sobra, os vinhos são classificados em doces ou suaves (mais de 50 gramas por litro), meio-doces ou meio-secos (até 50 g/l) e secos (menos de 5 g/l)

Teor Alcóolico

A maioria dos vinhos tem entre 8,5 graus e 14 graus de álcool, o que equivale a 8,5% a 14% da substância. Esses são os vinhos de mesa. Já os vinhos de sobremesa ou licorosos, como o vinho do Porto, têm mais de 14 graus de álcool, geralmente adicionado depois da fermentação.

Principais tipos de uva

Cabernet Sauvignon – originária da região de Bordeaux, França, hoje é plantada em muitos países com sucesso. Em bons vinhedos obtêm-se vinhos típicos que evoluem em sua qualidade com alguns anos de envelhecimento.

Merlot – também da região de Bordeaux e, quando elaborado com uva madura, consegue-se um vinho redondo, aveludado, de coloração intensa. Pode ser consumido puro ou cortado com outros varietais especialmente o Cabernet Sauvignon.

Carménère – uva originária da França, as videiras desta variedade na Europa foram dizimadas por uma praga e substituídas por outras castas mais resistentes, portanto atualmente é uma uva exclusiva do Chile. Os vinhos produzidos a partir dela são de cor vermelha lilás, aroma de frutas vermelhas e deve ser consumido jovem.

Pinot Noir – é a grande uva da região de Borgonha e alguns vinhos bem sucedidos são feitos a partir desta como, por exemplo, Romaneé-Conti. São em geral vinhos bastante complexos com aromas intensos.

Malbec – uva francesa que encontrou em território argentino condições excelentes de cultivo produz vinhos frutados, de cor escura, tânicos e muito macios, ideal para ser consumido ainda jovem.

Syrah – também conhecida como Shiraz, possui cor intensa, é aromático, fino e muito complexo. É tânico com acidez adequada.

Chardonnay – originária da Borgonha, França, é potente e apresenta grande complexidade aromática. Destina-se também à elaboração de champagne, espumante e vinhos licorosos que pode ser considerado um dos vinhos de maior aceitação no mercado.

 

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Dicas para o enxoval

Após o casamento e a lua de mel, a vida a dois realmente inicia quando os noivos chegam em casa. Não precisa ter muita pressa e adquirir todos os itens de uma vez só, pode-se come;ar um pouco antes do casamento e ir comprando conforme a necessidade.

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Listamos abaixo alguns itens básicos para ajudar na sua lista de compras:

Quarto do Casal:

  • jogos de cama
  • fronhas avulsas
  • travesseiros
  • protetores de colchão
  • colchas de Piquet
  • edredom
  • roupões
  • conjuntos de banho (piso, rosto e banho)
  • toalhas de banho avulsas

Quarto de hóspedes

  • jogos de cama completos
  • fronhas avulsas
  • travesseiros
  • protetor de colchão
  • cobertor
  • colcha Piquet
  • edredom
  • conjuntos de banho completos

Lavabo

  • conjuntos de toalhas de linho
  • conjuntos de toalhas felpudas
  • toalhas de linho bordadas

Sala de jantar

  • toalhas de mesa para ocasiões especiais
  • guardanapos de tecido
  • porta guardanapos
  • toalhas de mesa para o dia a dia
  • jogos americanos de 8 lugares
  • Panos de bandeja
  • Panos de pão

Cozinha, copa e área de serviço

  • Aventais
  • Luvas
  • Luvas pega-panela
  • Panos de balcão
  • Panos de chão
  • Flanelas
  • Panos de mão

 

 

 

 

 

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Poltrona x Cadeira x Récamier

A escolha certa das cadeiras para uma mesa de jantar, das poltronas para a sala e das confortáveis Récamier, é essencial para compor um ambiente agradável. Mas você sabe a diferença entre estes três tipos de móveis?

cadeira-poltrona-recamier

Para diferenciar uma cadeira de uma poltrona, precisamos primeiramente observar a estrutura dela. Geralmente ela é menos robusta, leve e com assento menor do que uma poltrona. Usada geralmente nas mesas de jantar, pode ser vista também sozinha em quartos e cantos de sala, em antigas penteadeiras, em escritórios e como complemento das atividades em que seja essencial sentar, como escrever, por exemplo.

Poltrona: A poltrona é peça chave na composição dos mais diversos ambientes. Geralmente, seu desenho é marcante, por isso precisa ser estrategicamente bem aplicada para que o peso de suas formas não comprometam a decoração. Muitas vezes, a poltrona possui braços longos e assento largo e é mais alta, o que a diferencia de uma cadeira de mesa, por exemplo. Tende a ser muito confortável e convidativa.

Hoje em dia, as poltronas evoluíram, ganharam novos desenhos e utilidades. Mesmo assim, mantém a sua essência que é proporcionar conforto e bem estar para quem senta em uma delas.

Também conhecido como divã, o Récamier é um tipo de móvel usado para sentar, apoiar as costas ou deitar, com conforto, porém, com elegância.

Não é um móvel para se jogar com desleixo como um sofá de uma sala de TV. É um móvel para que se apoie as costas, ficando na posição semi-deitada. Este tipo de móvel ficou conhecido pelo nome Récamier por causa da bela Julie Bernard, a Madame Récamier. Era filha de um abastado banqueiro e casou-se com o também banqueiro Récamier, após o casamento ficou conhecida na sociedade parisiense como Madame Récamier. Foi pintada, aos 23 anos, pelo artista francês Jacques-Louis David.

O quadro a retrata como uma heroína da República. Está vestindo um singelo vestido branco de estilo helênico e mostra os pés nus. A ambientação é clássica e ela está recostada num tipo de divã, muito utilizado na época pelas moças da sociedade que preferiam dormir em um deles para não desmanchar o penteado. A partir desta pintura, o divã  ficou conhecido como Récamier. Até hoje este móvel seu nome e a obra de arte de David está no acervo de pinturas do Museu do Louvre, em Paris.

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