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Banda x DJ

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Dar sonoridade ao casamento é uma etapa difícil e meticulosa, que requer planejamento e muita parcimônia dos noivos – já que o gosto deles deve ser respeitado, mas o dos convidados também. Por isso, uma lista de músicas eclética é fundamental para garantir que todos aproveitem ao máximo a festa de casamento.

A escolha de músicas deve ser pensada carinhosamente, misturando um pouco de tudo, para que ninguém saia da pista de dança. Mas, para prover esse ecletismo equilibrado e divertido, noivos e noivas de todo o Brasil enfrentam uma dúvida cruel para dar fim à questão: contratar uma banda ou DJ para tocar no casamento?

O ponto é que não há desvantagens em contratar um ou outro, já que ambos têm características distintas e adaptáveis a qualquer casamento. Mas, por outro lado, alguns pontos devem ser levados em consideração:

O DJ tende a ser mais econômico de investir do que em uma banda, pois se trata de uma pessoa, apenas, mais o seu equipamento, mais prático de carregar do que todo o equipamento de uma banda, por exemplo. Locais pequenos, também, abrigam melhor o DJ do que a banda. Além disso, o DJ ainda consegue fazer um repertório inusitado e atender a pedidos dos convidados – desde que possua a música, claro.

Já a banda possui todo o elemento artístico de performance ao vivo. Dependendo da preferência dos noivos, a banda pode ser um complemento à decoração, e vice-versa, fazendo de forma mais intimista ou exuberante.

Bandas de casamento são especialistas, também, em diferentes estilos musicais. Por isso, fica fácil compor um set list diferente e diferenciado, com marchinhas de carnaval e hits populares da MPB, além de clássicos internacionais, uma na sequência da outra.

Por isso, avalie as questões de espaço, orçamento e estilos musicais antes de contratar um DJ ou uma banda para o seu casamento.

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Destinos em alta para a lua de mel em 2015

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Cerimônias tradicionais são extenuantes, para os noivos. Planejamentos, estresses naturais – e os imprevistos –, ajustes de última hora e a eterna briga com a balança para que o vestido e o terno caiam com sutileza no corpo que o digam.

Por isso, a lua de mel não se trata, somente, de um período de lazer entre os pombinhos recém-casado. É um período quase que necessário para iniciar, com muito prazer, a vida a dois. Mesmo quem não aposta no tradicionalismo cerimonial do matrimônio: começar o casamento com uma viagem é a pedida ideal para passar os primeiros dias de maneira íntima e privada; só os dois, como assim se espera que seja até o último dia.

Mas quais destinos escolher? Em primeiro lugar, deve-se prestar atenção ao clima e meses mais propícios para visitar determinados lugares – dentro ou fora do país. E o orçamento, consequentemente, não pode faltar nas contas do casal.

Com isso, confira algumas dicas sempre em alta para quem deseja começar o matrimônio com serviço de bordo e o desembarque em um destino inesquecível.

Bali, Indonésia: águas esmeraldinas e areias claras em uma ilha de encantos variados. O valor é um tanto salgado, mas casais não abrem mão de toda a elegância deste destino.

Bora Bora, Polinésia Francesa: ainda de carona nos litorais indescritíveis, Bora Bora soma charme e sofisticação com os bangalôs sobre o mar, bem como uma série de opções para relaxar à beira-mar.

Jericoacoara, Ceará: a fama da pequena vila já se espalhou mundo afora – é tida como uma das dez praias mais belas do mundo –, mas mantém seu charme minimalista e de prazeres múltiplos.

Santorini, Grécia: cada vez mais popular, a charmosa cidade grega conta com cenários de tirar o fôlego, além de ser um apaixonante destino para se ter uma viagem apaixonante – e apaixonada.

Florência, Itália: a arquitetura italiana apaixonante ganha contornos ainda melhores no charme de uma cidade menos povoada e tumultuada. Aqui reside, além de encantos saborosos da sua gastronomia, o berço do Renascimento.

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Sapato ou sandália para caminhar até o altar?

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Como se dúvidas e escolhas já não fossem o suficiente no repertório de uma noiva, os maneirismos modernos trouxeram mais uma questão existencial que pode tirar o sono delas, enquanto não for bem resolvida: utilizar sapato ou sandália no dia do casamento?

Mas para responder a essa pergunta fundamental que vai guiar os passos dela até o noivo, no dia da cerimônia, é interessante a própria noiva responder a algumas perguntas para, então, ter um panorama melhor sobre qual calçado prosseguir até o casamento.

Qual o comprimento do vestido? E a altura do noivo?

Pois é, são dois elementos que podem facilitar a escolha por um sapato sem salto ou sandália. No caso do noivo, existe, ainda, homens que se sentem mal com relação à altura da mulher. Então, se for um caso que nem conversa aberta resolva, e o complexo for maior que o salto da noiva, o melhor é optar por sandália.

Outra opção que pode facilitar a escolha é a tendência que se criou de que, para vestidos clássicos e longos, são mais recomendados os sapatos como scarpin ou chanel. Enquanto modelitos curtos podem vir acompanhados de peep-toes e sandálias, por exemplo.

Quem escolher primeiro? O sapato ou o vestido?

O vestido e, então, o calçado. E vale a dica: não opte pelo modelo somente pela estética. O conforto vai ser essencial para os primeiros passos da noiva como casada.

Que tipo de tecido escolher para o calçado?

A liberdade é imperativa, nesse aspecto, sendo que já existem os mais diversos tipos de calçados fabricados em uma variedade ímpar de materiais. Por isso, deixe o seu bom gosto guiar a escolha, entre cetim, brocado, cetim ou veludo, e com ou sem adornos, como fitas cristais etc.

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